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Nossa igreja

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Pastor: O que é isto?

Pastor Neil Barreto

(Á propósito do Dia do Pastor)
Hoje, no dia em que se comemora o dia do pastor em todas as igrejas do Brasil, eu gostaria de fazer algumas considerações sobre esse ser por muitos amados mas, também, por muitos questionado e até mesmo odiado.

Nesse ano tenho a graça de completar 18 anos de ordenação pastoral e, nesse não curto período, tive o prazer/desprazer de me encontrar com todo tipo de gente/crente. Permitam-me falar de alguns tipos:

1) Super crente: É aquele tipo que se converteu a pouco tempo e mergulha de cabeça na doutrina de sua igreja e que, a qualquer custo, mesmo sem refletir sobre o seu conteúdo, quer colocá-la em prática achando que a fé se resume em cumprimento de dever. Este tipo de crente, não suporta quem não pensa como ele. Seu fim é, sempre, buscar uma igreja que tenha mais doutrina. No final sobra arrependimento pois passará pela vida, sem conhecê-la. Muito fazer, pouco prazer.

2) Odres velhos: É aquele tipo de crente, que porque já tem centos anos de crente, acha que já sabe tudo a respeito de Deus e de Sua igreja. Este odeia tudo que tem cheiro de novo. Seu fim é, sempre, a amargura e a solidão.

3) Retetés do fogo: É aquele tipo de crente epidérmico e sensitivo, é o que adora os arrepios, o seu negócio é sentir, sentir e sentir. Pedir a esse tipo de crente para explicar racionalmente a razão da sua fé é ofensa grave, pois usar cérebro não é a sua especialidade, afinal: “a letra mata”. Seu fim é a frustração e a brevidade espiritual.

4) Intelecto-uais: É aquele tipo de crente que acha que sabe muito e, por se achar assim, questiona todo tipo de saber e, o saber que não questiona é porque ele já sabia. Geralmente esse tipo de crente, fez um cursinho de um mês aqui, um seminariosinho breve ali, um basicosinho de teologia acolá, e, em função disso, entende que domina a teologia. Esse crente geralmente perde a capacidade de continuar discípulo, afinal é ele quem deveria estar ensinando. Seu fim é, sempre, a infrutividade, torna-se um verborrágico.

5) Tamo aí: É aquele tipo de crente que vive dizendo: “…Tamo aí..”, mas nunca conte com isso pois geralmente está só para ser contato e nunca para ser utilizado a favor do Reino ou do próximo. Ele não “é” e, se for alguma coisa, é só um número. Seu fim é, sempre, a instabilidade, a incapacidade de criar raízes.
6) Temporário: É aquele que está só até ser contrariado.

7) Glória a mim: É aquele que quer ser adorado o tempo todo. Geralmente é bajulador.
Bem. . . eu poderia dar centenas de exemplos mas, o espaço não me permite. A questão para nossa reflexão é: Como sobreviver, de forma saudável, a isso?(ou a estes?)

1) Ser, não segundo a perspectiva de cada uma das ovelhas, mas segundo o coração de Deus. (Jer 3:15) Pois como vimos acima, muitos são os tipos de ovelhas, Deus porém É um só. Portanto, é mais fácil agradar a Deus do que aos homens.

2) Conhecer, muito bem, as avelhas. (Jô 10:14) A descrição das minhas estão aí, afinal; O Bom Pastor conhece as suas ovelhas.

3) Ensinar, à todo homem, como conhecer e amar a Deus. (I Jo 2:3-11) Pois só quem conhece e ama a Deus de fato, é capaz, de fato, de amar a seu irmão. Se não ama a Deus e não ama ao irmão, o que sobra é discurso vazio, é religião.

Louvo a Deus porque me tem dado a alegria de ter, também, muitos crentes apaixonados por Deus aqui em Betânia, pois são estes que nos possibilitam viver e ser uma comunidade de adoradores saudável, que serve, é, e faz diferença nessa nação. Isso, pra mim, é ser igreja. Isso, pra mim, é pastorear. Amo ser pastor, amo ser pastor nesse lugar. Que Deus abençoe a cada um de vocês. Paz.

Pastor Neil Barreto
Presidente Nacional da IBB


http://www.ibbetania.com/midia/mp3_2009/05_abr_09_manha.htm

sábado, 11 de abril de 2009

Em Memória de Mim - Páscoa

Fazei isto em memória de mim

Lucas 22. 19 E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto [em memória de mim].

Jesus celebrou a ceia com seus discípulos na noite em que foi traído. Na ocasião, ensinou aos discípulos lições profundas sobre humildade, renuncia, entrega. Falou de traições, sofrimentos. Ensinou aos discípulos sobre a necessidade de amarem-se uns aos outros. E naquela mesma noite iniciava sua trajetória de sofrimentos culminando em sua morte.

Todas as vezes que celebramos a ceia, trazemos à memória todo o sofrimento pelo qual Jesus passou. A lembrança dos golpes que foram deferidos contra ele. Os açoites, as chagas, as blasfêmias, os insultos, a vergonha, o escárnio, a coroa de espinhos, a lança perfurando seu lado, os pregos, as dores, a agonia, a angustia, o pecado que pesava sobre ele.

Ele sofreu intensamente. Desde a oração no getsemani até a morte na cruz. Segundo o DR. Barbet, Jesus entrou em agonia no Getsemani. O suar sangue, ou ''hematidrose''. é um fenômeno raríssimo. para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo.

O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio, e começam a golpeá-lo com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Jesus estava dizendo, Estou fazendo isto por amor de vocês. Fui enviado pelo Pai para morrer por vocês, para que vocês não morram. Eu para que tenham vida e vida eterna, vida em abundância. Celebrem a Ceia. Façam isso sempre. Enquanto comiam Jesus tomou o pão e disse Isto é o meu corpo que é DADO por vocês. Semelhantemente tomou o cálice e disse Isto é o meu sangue que é derramado para perdão dos pecados.

Tudo deveria ser feito EM MEMÓRIA DELE. Para que os seus discípulos nunca se esquecessem o quanto ele os amou. Só que na experiência de muitos, a lembrança do sofrimento, da dor e da morte de Cristo não passa de um fato histórico, e até mesmo, para muitos, a paixão de Cristo não mexe com sua consciência, não afeta suas emoções, não o comove a ponto de reconhecer-se pecador e entender que Jesus passou por tudo isso isso para salvá-lo. Para muitos, na páscoa Jesus é só um detalhe. Nada mais que isso.

As pessoas lembram de tudo. Lembram do peixe, do bacalhau, afinal, a sexta-feira é "santa”, não se pode comer carne. Lembram do chocolate. Dos ovos de páscoa. Nas escolas as crianças desenham, cortam e recortam, pintam, colorem coelhinhos e ovos. Não trazem para casa qualquer menção de Jesus. Jesus não é lembrado. Isso muito me entristece.

Jesus é a verdadeira páscoa. Ele é o real sentido da páscoa. Ele é a própria páscoa. Ele é o cordeiro pascal. Ele morreu como um cordeiro mudo, foi imolado pelos nossos pecados. Foi morto por nós. Morreu para nos libertar do poder do pecado. Para nos dar a vida eterna.
Neucimar

segunda-feira, 6 de abril de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009






Acompanhe o que está acontecendo em nossa igreja.


Igreja Batista Éden -Sorocaba/SP


Rua: Bonifácio de Oliveira Cassu,90

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Mensagens em audio

Estamos apresentando uma série de sermões sobre a vida de Davi. Um ser humano como qualquer outro. Um homem que chora, sorri, sofre, vive derrotas e vitórias, mas sobretudo, um homem segundo o coração de Deus. Você vai poder ouvir todos os sermões dessa série, além de outros. é só acessar o link, você será direcionado para a págna do esnips.com

http://www.esnips.com/web/neucimar





Viver feliz é uma questão de estar bem consigo mesmo. Não é produto do que esteja acontecendo, mas uma forma de aceitar quem somos, independente do que possam dizer os outros.

Profeta

Muito se tem falado em nossos dias a respeito de profetas. Na verdade, eles sempre estiveram em nosso meio. Tem o verdeiro profeta e o falso profeta. O que fala em nome de Deus e aquele que em nome de Deus fala. Tem aqueles que engam e aqules que falam a verdade. A grande tarefa que cabe a cada um, é aprender a discernir entre o falso e o verdadeiro, o que não tão simples assim.